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sábado, 8 de setembro de 2018

Documentário retrata como a savana mais rica do planeta responde ao fogo

Filme mostra expedição que analisou os impactos das queimadas no cerrado brasileiro e marca o dia nacional do bioma, lembrado em 11 de setembro










Pesquisadores passaram dez dias na Reserva Natural Serra do Tombador avaliando os impactos do fogo 
Créditos: Acervo / Fundação Grupo Boticário 














Anfíbios e répteis estão entre as espécies analisadas 
Créditos: Acervo / Fundação Grupo Boticário 


Em comemoração ao Dia do Cerrado, 11 de setembro, a Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza lança um documentário com foco na savana mais rica do planeta. “A História depois do Fogo” conta em detalhes a expedição de dez dias realizada em fevereiro deste ano por 12 especialistas da fundação, Universidade Federal de Viçosa, Universidade Federal de Goiás e PUC-Goiás. A ação teve como objetivo avaliar os impactos do fogo que atingiu 85% da área protegida pela Reserva Natural Serra do Tombador, em Cavalcante (GO), em outubro de 2017. Na próxima terça-feira (11), a partir das 8 horas, o filme estará disponível no site e nas páginas do Facebook e do Youtube da fundação.

















Incêndio de 2017 atingiu 85% da Reserva 
Créditos: Acervo / Fundação Grupo Boticário 


Nesta época do ano, ocorre o período de seca no Cerrado. Com pouca chuva, a baixa umidade do ar, os ventos fortes e o calor provocam queimadas que se alastram e tornam-se uma ameaça. Após o incêndio do ano passado, a fundação decidiu promover a segunda expedição de biodiversidade na Reserva Natural Serra do Tombador, desta vez com foco no impacto do fogo. “Pesquisas e expedições científicas como essa são de extrema importância para aumentar o conhecimento sobre a biodiversidade da Reserva e do cerrado. Neste caso específico, compreender o impacto do fogo sobre a fauna e a flora a partir de um ‘marco zero’ e realizar estes monitoramentos em longo prazo, vai possibilitar uma melhor compreensão não só dos processos de recolonização da vegetação, como ajuda a entender quais grupos de fauna são mais sensíveis ou mais resistentes a eventos como esse”, afirma Natacha Sobanski, analista de projetos ambientais da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza.
A expedição
Na expedição liderada pelo doutor em Ecologia e membro da Rede de Especialistas em Conservação da Natureza Fabiano Melo foram selecionados para estudo grupos específicos de animais que respondem com mais rapidez a distúrbios ambientais como o fogo. Foram escolhidos répteis, anfíbios, pequenos mamíferos não voadores, aves e formigas. Além disso, foi feito um inventário da vegetação nas áreas impactadas e não impactadas pelo fogo com o objetivo de acompanhar a mudança da estrutura e composição da vegetação após queimadas nessas áreas. “Os estudos iniciais feitos na Reserva Natural Serra do Tombador foram focados no inventário da biodiversidade. Agora, com a questão do fogo, estamos incrementando os estudos para aumentar o conhecimento geral da biodiversidade e, particularmente, para tentar entender qual o impacto do fogo sobre essa fauna e flora residentes na Reserva”, descreve Melo.


















Flora local também foi avaliada 
Créditos: Acervo / Fundação Grupo Boticário 



Compreender os padrões ecológicos desses grupos são cruciais não só para a conservação das espécies, mas de todo o ecossistema em que elas estão inseridas. O monitoramento de longo prazo, a partir dos dados levantados na expedição, possibilitará uma melhor compreensão de como está o restabelecimento do ambiente e do equilíbrio ecológico da reserva a curto, médio e longo prazos. Além disso, os resultados auxiliarão no refinamento das estratégias de prevenção e combate ao fogo no Tombador.
 Sobre a Fundação Grupo Boticário
A Fundação Grupo Boticário é fruto da inspiração de Miguel Krigsner, fundador de O Boticário e atual presidente do Conselho de Administração do Grupo Boticário. A instituição foi criada em 1990, dois anos antes da Rio-92 ou Cúpula da Terra, evento que foi um marco para a conservação ambiental mundial. A Fundação Grupo Boticário apoia ações de conservação da natureza em todo o Brasil, totalizando mais de 1.500 iniciativas apoiadas financeiramente. Protege 11 mil hectares de Mata Atlântica e Cerrado, por meio da criação e manutenção de duas reservas naturais. Atua para que a conservação da biodiversidade seja priorizada nos negócios e nas políticas públicas, além de contribuir para que a natureza sirva de inspiração ou seja parte da solução para diversos problemas da sociedade. Também promove ações de mobilização, sensibilização e comunicação inovadoras, que aproximam a natureza do cotidiano das pessoas.

quinta-feira, 23 de agosto de 2018

Lendas do folclore brasileiro trazem à tona preocupação com a conservação da natureza

Personagens inspiram obras da literatura e podem ajudar a compor pauta da educação ambiental
Comemorado no dia 22 de agosto, o folclore é composto pelo conjunto de crenças, tradições, lendas e costumes de um povo. Lendas como a Comadre Florzinha habitam o imaginário cultural brasileiro e representam a preocupação de povos antigos em relação a um tema extremamente atual: a conservação da natureza.
Na obra infantil “A Flor do Mato”, lançada em 2018 pela Editora Positivo, Comadre Florzinha é retratada como uma figura que habita as matas e as protege – crença de algumas áreas rurais do Nordeste, principalmente na Paraíba, Pernambuco e Ceará. Traiçoeira, a menina conhecida como Flor do Mato pode tanto ajudar como prejudicar as pessoas que adentram a mata sem lhe pedir a devida licença. A obra é o segundo trabalho autoral do ilustrador e designer gráfico carioca Marcelo Pimentel e traz essa história da Zona da Mata nordestina, reinterpretando grafismos do Maracatu Rural – manifestação cultural com estampas florais e arabescos multicoloridos de grande personalidade e impacto visual.
Assim como a Comadre Florzinha, o Curupira e o Boitatá também são famosos protetores das florestas e dos animais. O Curupira, palavra de origem tupi guarani que significa “corpo de menino”, é conhecido como um anão de cabelos vermelhos que tem os pés virados para trás, sua principal arma para despistar e confundir os invasores das matas. Já o Boitatá significa “cobra de fogo” e é representado como uma grande serpente que possui a capacidade de se transformar em uma grande tora em brasa, punindo as pessoas que incendeiam as florestas.
Para Márcia Marques, professora titular da Universidade Federal do Paraná (UFPR) e membro da Rede de Especialistas em Conservação da Natureza, tais narrativas ajudam na construção e na transmissão de valores permanentes. “Essa riqueza cultural, que é tão característica do Brasil, pode ser utilizada também para a educação ambiental. Essas lendas representam uma preocupação antiga em relação à conservação da natureza e aprendizados como esse são levados pelas crianças até a fase adulta, criando cidadãos conscientes”, ressalta.
Sobre a Rede de Especialistas
A Rede de Especialistas de Conservação da Natureza é uma reunião de profissionais, de referência nacional e internacional, que atuam em áreas relacionadas à proteção da biodiversidade e assuntos correlatos com o objetivo de estimular a divulgação de posicionamentos em defesa da conservação da natureza brasileira. A Rede foi constituída em 2014, por iniciativa da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza.
Sobre a Editora Positivo
Fundada há 39 anos, a Editora Positivo tem a missão de construir um mundo melhor por meio da educação. Tendo as boas práticas de ensino como seu DNA, a Editora especializou-se ao longo dos anos e tornou-se referência no segmento educacional, desenvolvendo livros didáticos, literatura infantil e juvenil, sistemas de ensino e dicionários. A Editora Positivo está presente em milhares de escolas públicas e particulares com os seus sistemas de ensino. Amplamente recomendados pela área pedagógica e reconhecidos pelos seus resultados, os sistemas foram criados de modo a atender a realidade de cada unidade escolar. Mais de 800 mil alunos utilizam os sistemas de ensino da Editora Positivo, em escolas públicas e particulares, no Brasil e no Japão.

Wilson Sons publica inventário de emissões de gases de 2017

É o quinto ano que a empresa participa da iniciativa do GHG Protocol no Brasil
O Grupo Wilson Sons publica pela quinta vez o inventário de emissões de gases de efeito estufa (GEE), seguindo a metodologia do Programa Brasileiro do GHG Protocol. O documento, relativo às operações da companhia em 2017, foi apresentado na última quarta-feira (15/8). Ao todo, 140 empresas participaram da iniciativa este ano e são consideradas membros do programa.
Em 2017, em relação ao ano anterior, foi registrada redução de 2% das emissões. Foram emitidas no ano passado, por todas as empresas da companhia, 62.096 toneladas de CO2e, unidade padrão das emissões de gases de efeito estufa.
O inventário da Wilson Sons é qualificado como Selo Prata, devido ao reporte completo de suas emissões. Este abrange a participação societária das empresas Allink, WSUT e o consórcio da Baía de São Marcos. O grupo está entre os primeiros do setor naval e portuário no Brasil a adotar a metodologia desde 2014, ano de publicação do seu primeiro inventário.
“O Programa GHG Protocol no Brasil foi iniciado em 2008, portanto, hoje temos uma década de aprendizados e evolução nos relatos de emissões no país. É uma iniciativa que fortalece as discussões sobre a redução do uso de fontes de energia não renováveis, ao estimular a transparência das informações pelas empresas”, afirma a especialista em meio ambiente da Wilson Sons, Camila Pereira Felipe.
Sobre o Grupo Wilson Sons
O Grupo Wilson Sons é um dos maiores operadores integrados de logística portuária e marítima no mercado brasileiro e oferece soluções da cadeia de suprimento, com mais de 180 anos de experiência. A Companhia presta uma gama completa de serviços para as empresas que atuam na indústria de óleo e gás, no comércio internacional e na economia doméstica, conectando as melhores soluções aos resultados esperados pelos seus clientes. Com presença nacional, atua de forma inovadora, acompanhando as tendências do mercado.

sexta-feira, 16 de março de 2018

Brookfield faz chamada de propostas de projetos de responsabilidade social - 2018


A Brookfield Energia Renovável abre as inscrições para a décima edição do Edital para Seleção de Projetos de Responsabilidade Socioambiental . O Edital de Responsabilidade Socioambiental é publicado anualmente com o objetivo de selecionar projetos com cunho socioeconômico ou ambiental que contribuam para o desenvolvimento sustentável das comunidades ou grupos sociais das regiões onde a Brookfield Energia Renovável possui empreendimentos. O prazo para envio de projetos para o 10º Edital de Responsabilidade Socioambiental da Brookfield foi prorrogado até 01/04/18 . O Edital é encontrado em brookfield.com/responsabilidadesocial  .Neste ano a Brookfield Energia Renovável  seleciona um ou mais projetos para apoio financeiro, de acordo com sua disponibilidade orçamentária, nas regiões do Brasil na qual tem escritórios regionais.

A Brookfield Energia Renovável atuando na área de Responsabilidade Socioambiental, alinhada à premissa de que os empreendimentos de geração de energia são instrumentos de desenvolvimento econômico e social vai analisar as propostas de projetos segundo os seguintes eixos estratégicos: Produção Inclusiva Sustentável,  Educação e Água.

Produção Inclusiva e Sustentável:

Apoio a iniciativas que têm como objetivo o fortalecimento de modelos de produção, prestação de serviços e formação de redes solidárias, que valorizem os territórios como espaços de organização, autônomos, inclusivos e participativos, em uma perspectiva de equilíbrio entre produção,  consumo e meio ambiente.

Educação

Apoio a iniciativas que têm como objetivo o desenvolvimento humano integral, seu preparo para o exercício da cidadania, respeito ao meio ambiente, promoção dos direitos humanos e qualifi cação para o acesso ao trabalho decente. Neste contexto, a educação é entendida, de forma ampla e inclusiva, como estratégia de enfrentamento às desigualdades, promovendo a articulação entre os diversos atores sociais envolvidos nos processos formativos

Água :

Apoio a iniciativas que têm como objetivo garantir o acesso universal e a sustentabilidade do uso da água, fator crítico para a garantia da vida e para o desenvolvimento humano, tanto no campo como nas cidades. Inclui ações ligadas à gestão de recursos hídricos e ao uso racional da água, no que tange a conservação e/ou melhoria da disponibilidade de água em termos de qualidade e quantidade, incluindo a proteção de nascentes e matas ciliares, além do uso sustentável deste recurso.

Poderão participar deste Edital pessoas jurídicas de direito privado organizadas sob a forma deAssociações, Sociedades ou Fundações (como por exemplo: Institutos, Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público – OSCIPs, entre outros) sem fi ns econômicos/lucrativos, políticos ou religiosos, que possam comprovar pelo menos 1 (um) ano do CNPJ proponente e que estejam compromissadas com as comunidades, localizadas nos municípios em que a empresa possui empreendimentos.

ALGUNS DOS PROJETOS APROVADOS por editais anteriores e já em atividades:

OFICINAS DE ARTESANATO E CIDADANIA

O projeto “Oficinas de artesanato e cidadania”, em Cataguases, Minas Gerais, ensina os membros da comunidade a produzir produtos artesanais como cartões, caixas e cadernos, e a como vender esses produtos a aumentar sua renda. A instituição responsável pelo projeto é financiada pela Brookfield para adquirir materiais e equipamentos necessários à produção dos itens. Parte dos lucros vai para os participantes no programa e o restante é reinvestido no projeto. A cada ano, cerca de 70 pessoas são selecionadas para participar.

PASSO AMIGO

Localizado em Bom Jesus, Rio Grande do Sul, o projeto “Passo Amigo” realiza terapia com cavalos para melhorar as condições de vida de crianças com deficiências físicas ou mentais. As crianças tratadas no programa beneficiaram-se da interação com os cavalos para melhorar diversas condições, incluindo hiperatividade, transtorno de déficit de atenção, paralisia cerebral e trauma emocional. Os participantes devem preferencialmente estar matriculados em escola pública e são atendidos por uma equipe multidisciplinar de profissionais especializados em saúde e educação.

PRODUÇÃO AGROECOLÓGICA INTEGRADA E SUSTENTÁVEL

Solidamente voltada para o ambiente e o desenvolvimento sustentável, essa iniciativa auxiliar fazendeiros locais que optam pela agricultura sustentável, plantando frutas e vegetais sem utilizar pesticidas. Localizado no Rio Grande do Sul, o programa dá o suporte necessário, as informações e ferramentas para as famílias em comunidades rurais que desejam cultivar sem produtos químicos. Desde sua implementação, mais de 30 famílias beneficiaram-se do projeto

 

quarta-feira, 29 de novembro de 2017

Capacitação Regional de Gestão em Proteção e Defesa Civil e Mudanças Climáticas,




Na manhã desta terça-feira, 28, teve início a Capacitação Regional de Gestão em Proteção e Defesa Civil e Mudanças Climáticas, promovida e organizada pela 6ª Cia PM Ind, em parceria com a Cedec - Coordenadoria Estadual de Defesa Civil, com a Fundação Estadual de Meio Ambiente – FEAM e com a Prefeitura Municipal de Leopoldina e vai até  amanhã, dia 30. O evento está sendo realizado na Associação Comercial, Industrial, Agropecuária e Serviços de Leopoldina ( ACIL ). O treinamento tem como principal objetivo promover a conscientização em ações relacionadas à minimização de desastres como enchentes, alagamentos, escorregamentos, vendavais, seca, meios de transporte de produtos perigosos, entre outros, conforme informou a Assessoria de Comunicação Organizacional da 6ª Cia PM Ind . Mais informações em RADIANTE RECREIO


quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Semana Nacional do Trânsito: mais de um milhão de animais são atropelados diariamente

Aplicativo "Urubu Mobile" auxilia na coleta de dados e políticas públicas de prevenção a acidentes com a fauna silvestre
Nesta segunda-feira (18), é iniciada a Semana Nacional do Trânsito. O Brasil, que é o 4º país do mundo em número de acidentes de trânsito, também tem dados alarmantes de atropelamentos de animais silvestres. De acordo com o Centro Brasileiro de Estudos em Ecologia de Estradas (CBEE), cerca de 473 milhões de animais são atropelados todos os anos no País, ou seja, mais de um milhão por dia nas rodovias brasileiras.
O Programa Sistema Urubu - Rede Social de Conservação da Biodiversidade, idealizado pelo CBEE, com apoio da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, foi criado justamente para conhecer de perto esse problema da fauna brasileira. Como parte das estratégias desenvolvidas pelo programa está o “Urubu Mobile”, um aplicativo que  conta com a colaboração dos usuários para informar e mapear os atropelamentos por todo o Brasil. Desde o lançamento, há três anos, o app foi baixado por mais de 22 mil usuários, que realizaram 70 mil registros em estradas brasileiras. De acordo com Alex Bager, responsável pelo Programa Sistema Urubu, as grandes vitórias do projeto são em escala nacional. “Mais que passagens de animais ou obras realizadas nesses três anos, nós estamos evoluindo no desenvolvimento de políticas públicas estaduais e nacionais. Esse é o grande avanço que estamos realizando em prol da conservação da natureza e de forma colaborativa”, comenta.
Apesar de 90% dos atropelamentos atingirem animais de pequeno porte, a taxa de fauna de grande porte também é significativa: quase 5 milhões de animais atropelados por ano. Segundo o coordenador de Ciência e Informação da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, Emerson Antônio de Oliveira, essa taxa elevada de atropelamentos representa um grande risco para a fauna brasileira. “Quando muitos animais são mortos, como no caso dos atropelamentos, uma reação em cadeia acontece. A diminuição de indivíduos e a extinção de uma espécie causam um desequilíbrio ecológico, afetando diretamente o ser humano, como por exemplo, proliferação de pragas e o deslocamento de predadores para centros urbanos em busca de alimentos”, afirma.
Confira algumas dicas importantes do Urubu Mobile ao avistar um atropelamento de animal silvestre na estrada:
  • Ao se deparar com um animal atropelado, reduza a velocidade com cautela, estacione o carro com segurança no acostamento e ligue o pisca alerta. Tire foto do animal e tenha cuidado para não causar acidentes.
  • Rodovias são locais perigosos para crianças. Não permita que desçam do carro para ver o animal na pista.
  • Evite o contato com a carcaça, lembre-se que os animais podem transmitir doenças e parasitas.
  • Se o animal estiver vivo não tente capturá-lo e transportar, pois certamente estará machucado. Avise a polícia rodoviária, polícia florestal e/ou o pessoal da concessionária da rodovia.
  • Nunca envie mais de uma foto do mesmo animal pelo aplicativo. Se você tirar mais de uma foto, escolha a melhor e envie apenas essa.
  • Somente envie fotos de animais selvagens. Não fotografe galinhas, vacas, cavalos, cachorros ou qualquer outro animal doméstico.
  • O CBEE tem interesse em registrar atropelamento de todas as espécies de animais selvagens (mas não insetos e outros invertebrados). Fotos de cobras, sapos e pequenas aves são tão importantes quanto tamanduás, onças e lobos.
Sobre a Fundação Grupo Boticário
A Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza é uma organização sem fins lucrativos cuja missão é promover e realizar ações de conservação da natureza. Criada em 1990 por iniciativa do fundador de O Boticário, Miguel Krigsner, a atuação da Fundação Grupo Boticário é nacional e suas ações incluem proteção de áreas naturais, apoio a projetos de outras instituições e disseminação de conhecimento. Desde a sua criação, a Fundação Grupo Boticário já apoiou  1.528 projetos de mais de 500 instituições em todo o Brasil. A instituição mantém duas reservas naturais, a Reserva Natural Salto Morato, na Mata Atlântica; e a Reserva Natural Serra do Tombador, no Cerrado, os dois biomas mais ameaçados do país.  Outra iniciativa é um projeto pioneiro de pagamento por serviços ambientais em regiões de manancial, o Oásis. Na internet: www.fundacaogrupoboticario.org.br, www.twitter.com/fund_boticario e www.facebook.com/fundacaogrupoboticario.

sexta-feira, 19 de maio de 2017

10 impactos causados pela redução de áreas naturais no Brasil

Recentemente, o governo federal propôs a redução de mais de 1 milhão de hectares da área de unidades de conservação (UCs), que inclui áreas do Pará, na Amazônia, e de outras regiões do Brasil.

A mudança, que já foi aprovada por uma comissão mista de deputados e senadores, acontece por meio de uma ferramenta ágil e destinada apenas a assuntos urgentes: as medidas provisórias. No último dia 16 de maio, a MP 756 foi aprovada pela Câmara dos Deputados, que autoriza a mudança de categoria de parques nacionais e de florestas nacionais e os transforma em áreas de preservação ambiental (APAs), cujas restrições para exploração são menores.

A proposta atinge uma região que sofre com o desmatamento há anos. Apesar da redução do índice histórico de desmatamentos na Amazônia, em 2016 ainda foram registrados 8 mil km² pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) – área equivalente a quase uma vez e meia o Distrito Federal, que tem 5,7 mil km². As consequências dessas ações não afetam somente quem vive perto das florestas, mas abrange todo o País, de Norte a Sul, sem contar o impacto causado na fauna, na flora e nos serviços ambientais daquelas áreas reduzidas pela proposta.

Confira dez fatos e impactos que a redução de florestas causa para o meio ambiente e para a população: Continua em CONSERVAÇÃO