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quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

CÓRREGO DO BUGRE: ÁGUA QUE BEBEMOS



 CÓRREGO DO BUGRE: A água que bebemos.
Estamos aqui mais uma vez apelando para as autoridades, a população de Campo Belo para cuidar da preciosa água que bebemos. Sábado passado fomos coletar lixo naquela região que fica ao lado da “lagoa do Geraldinho” onde encontramos várias pessoas tomando banho. Abaixo existe uma pequena cachoeira que do lado esquerdo de quem vai para o Aeroporto está com a Área de Proteção Permanente totalmente descoberta recebendo fezes das vacas que ali pastam e bebem água. Mas o mais intrigante é que no local vimos mais de três pontos com velas de diversas cores a mais comum era vermelha. Garafas de vidro, de plástico, e pratos, alguns intactos e outros quebrados e jogados dentro d’água. No final juntamos dois sacos grandes de lixo de diversas espécies. Perguntamos: o que faz as pessoas a desrespeitar o principal alimento para o nosso corpo? O que faz elas jogarem tanto lixo na beira da estrada se temos uma coleta de lixo (que não é perfeita) em nossas casas? O que faz jogar agrotóxico nas lavouras contaminando nossos mananciais? Mesmo assim a Sodema propõe a prefeitura municipal de Campo Belo através do DEMAE que aumente a fiscalização nesse lugar prioritário para manter nossa saúde.
Joaquim Teófilo – Presidente da Sodema
(PS - publicado no Jornal Ocasião de Campo Belo em 22/01/2012 - página 03)

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Inundação do Ribeirão São João em Campo Belo

“O RIBEIRÃO SÃO JOÃO DEVE SER FONTE DE VIDA E NÃO DE ÁGUAS POLUÍDAS”

A Sociedade de Defesa do Meio Ambiente (SODEMA) desde o governo do então prefeito Duarte Bechir tentou em vão falar com a administração municipal, protocolando inúmeros pedidos de audiência para tratar da questão ambiental e principalmente dos nossos mananciais e da nossa bacia hidrográfica. Protocolamos também pedidos para tratar do projeto da Estação do Tratamento do Esgoto (ETE) de Campo Belo. Aquela administração não quis fazer um Termo de Ajustamento de Conduta junto ao Ministério Público da Comarca e nem separar a contabilidade das taxas de água e de esgoto.
Na atual gestão o problema continua e o Ribeirão São João, desde a sua nascente, continua recebendo uma alta carga de contaminantes orgânico e inorgânicos solúveis bem como resíduos sólidos urbanos e rurais que dificulta seu escoamento e o contamina. A revitalização do Ribeirão é relativamente simples, uma vez que boa parte de seu trajeto de suas águas já foram canalizadas (infelizmente). Canalizar não é correto! O correto é captar o esgoto. O rio deve ser como sempre foi. Colocar cimento dificulta a absorção natural da água, dificulta o acesso a alimento pelos peixes, etc. O rio deve ser fonte de vida e saúde e não de doença.
A SODEMA exige da administração municipal um Plano Diretor da Bacia do Ribeirão São João dentro de uma política de Governo do município. Devemos inclusive, solicitar o apoio do Deputado Estadual Duarte Bechir, que é atualmente Vice-Presidente da Comissão do Meio Ambiente da Assembleia Legislativa de Minas Gerais. Precisamos resolver definitivamente, sem demagogia, todos os problemas oriundos da ocupação humana em torno da nossa bacia hidrográfica. Precisamos de uma Audiência Pública nesse sentido, ouvindo a população e toda Sociedade Civil Organizada.
A gestão municipal pelo seu Secretário de Obras, Urbanismo e Meio Ambiente Sr. Basileu Gambogi não apresentou até o momento nenhum Licenciamento Ambiental para obras de revitalização dos nossos recursos hídricos (diga-se de passagem, não é um hábito desse órgão, veja: esses pontos já foram executados: canalização dos córregos São Luiz, Varões e Lava-pés... inclusive esse último quase todo fechado. Arretamento do Ribeirão São João acima da ponte da Vila Vicentina e no ribeirão São Pedro atrás da Cerâmica aumentado a sua velocidade e início das obras de canalização do ribeirão São João abaixo da antiga cadeia até a Rua Jeferson Tagliaferri.
Elencamos aqui propostas de soluções para alguns problemas, que devem ser resolvidos com urgência: (1) no córrego do Bugre, que abastece Campo Belo, não existe fiscalização e nem todos já fizeram o cercamento nas Áreas de Proteção Permanente (APP), como exige o Plano Diretor da Cidade; (2) muro de retenção de morro no bairro Europa, devido ao assoreamento provocado em uma nascente e do próprio ribeirão; (3) captação do esgoto em todo percurso do Ribeirão São João; e finalmente, (4) a construção da ETE de Campo Belo. Estes são apenas algumas sugestões para alguns problemas, entretanto no munícipio de Campo Belo (área rural e urbana) ocorre construções de todos os tipos em APP, que não estão sendo fiscalizadas. As demolições de casas no bairro Jardim das Acácias é um exemplo que não deve ser seguido. As demolições estão onerando os cofres públicos por negligência administrativa e principalmente por desrespeito ao nosso meio ambiente.
Joaquim Teófilo – Presidente da Sodema

Publicado no Jornal Ocasião... 07/01/2012

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

GARRAFAS PETS NO RIBEIRÃO SÃO JOÃO

DENÚNCIA FEITA A PM AMBIENTAL

Encontramos pouco acima da ponte que passa sobre o Ribeirão São João
na estrada que vai para o Machadinho inúmeras garrafas Pets seguras por uma
moita de bambu... É necessário que uma medida seja feita para limpar o ribeirão.





sexta-feira, 12 de agosto de 2011

CÃO MORTO E LIXO NO CAMINHO PARA A SERRA DA BOCAINA - LAVRAS





Membros da SODEMA fotografaram um dos caminhos que liga a cidade de Lavras
até o pico da Serra da Bocaina. Em buracos onde se encontra na grota nascentes.
Na saída da cidade perto da Rodoviária muito lixo

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

3ª CAMINHADA ECOLÓGICA A SERRA DA BOCAINA EM LAVRAS

Um grupo da Sodema de Campo Belo e outro de Lavras subiram a Serra
da Bocaina com o intuito de verificar o lixo jogado na beira da estrada rural e
dentro dos córregos e nascentes. Infelizmente isso acontece. Vão procurar
o CODEMA de Lavras para fazer a denúncia e solicitar que a região seja
uma APA - Área de Preservação Ambiental. Será bom, pois com isso o município
receberá o ICM Ecológico por preservar área de beleza cênica.














domingo, 10 de julho de 2011

PRAÇA DO BAIRRO CIDADE MONTESA


 Paulo Henrique Morais é um garoto de nove anos filho de Rodson Morais há quatro anos plantou seis árvores na rua e na praça em frente a sua casa no bairro Cidade Montesa. Como toda criança gosta muito de brincar na praça mesmo quando era sem banco e grama. Quando a prefeitura arrumou a praça quis cortar uma das árvores que sobrou. Ele então junto com seu pai pediu para deixá-la e ela ficou no meio do passeio e hoje além de dar sombra no local, apara o vento que é muito forte naquele lugar ampara para muitos pássaros dormir ou mesmo construir seus ninhos. Trata-se de uma bela árvore denominada  Sibipiruna (Caesalpinia peltophoroides; Leguminosae). Paulo Henrique estuda no Anglo e ele disse: “eu plantei, agüei bem, pus adubo, esperei e vigiei todo dia para ela crescer”. Falou com a paisagista para não cortá-la como cortaram as outras que plantou com tanto carinho e dedicação.
 
 




Hoje a praça está se acabando: os meninos usam para soltar pipa e brincar. Mas os vândalos estão quebrando os bancos, destruindo as lixeiras, quebrando as plantas. São nove árvores de pau ferro, três de quaresmeira e 20 coqueiros bem sofridos, pois oito foram recentemente cortados. Ninguém joga água, os canteiros floridos nem existem mais. Como é mesmo o nome da praça?