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sábado, 3 de setembro de 2016

Para plantar 30 milhões de árvores no estado, projeto necessita de viveiros florestais.

Para cumprir a meta do Plantando o Futuro, que é de plantar 30 milhões de árvores no Estado até dezembro de 2018, o projeto necessita que a produção de mudas seja viabilizada por meio de viveiros florestais. Estas estruturas são áreas reservadas para o cultivo de mudas. O Plantando o Futuro vai descrever como funcionam e qual a melhor maneira de construir um viveiro.
O que é um viveiro de mudas?
Um viveiro de plantas é uma porção de terra destinada para a multiplicação e para a cultura de plantas lenhosas, principalmente árvores, arbustos e plantas vivazes, até que se tornem aptas para serem transplantadas ou comercializadas. Os viveiros podem ser: permanentes, temporários e de espera.
Viveiro Permanente
O viveiro permanente tem a função de produzir mudas por durante vários anos. Neste caso o viveiro requer um planejamento muito mais minucioso, o que torna o custo mais elevado.
Viveiro Temporário
Os viveiros temporários são próprios para a produção de mudas em determinado local durante apenas certo período de tempo para cumprir um objetivo específico. Estes viveiros são de planejamento e instalações simples e são instalados próximos da área de plantio definitivo.
Viveiro de espera
O viveiro de espera também é instalado próximo à área do plantio definitivo, onde são armazenadas as mudas produzidas no viveiro permanente, para um período de aclimatação antes do plantio definitivo.
Disponibilidade de água
O viveiro deve ter uma fonte de água de boa qualidade, com produção suficiente para a abastecer a estrutura. A água deve estar livre de quaisquer poluentes e com as fontes protegidas, para evitar contaminações.
Disponibilidade de energia elétrica
O acesso à rede de energia elétrica é necessário para que sejam mantidos em funcionamento todos os equipamentos que dependem dessa fonte.
Solo
O solo deve ter boa drenagem, estar livre de plantas invasoras, doenças e pragas. Quando o solo não for impermeabilizado, o chão do viveiro deve ser coberto por uma camada de brita, ou outro material que exerça a função de facilitar o escoamento das águas e o controle de plantas daninhas.
Acessibilidade
O viveiro deve ser localizado próximo a estradas que permitam o trânsito de veículos pesados para facilitar o transporte das mudas e diminuir custos de produção.
Declividade
O terreno escolhido deve apresentar leve declividade, no máximo 3%, para evitar acúmulo de água em períodos chuvosos. Devem ser construídas canaletas de drenagem, para facilitar o escoamento do excesso de água de chuva.
Orientação
A área deve, preferencialmente, estar com sua face maior voltada para o norte, permitindo maior incidência de luz solar durante o dia todo, além de garantir maior proteção dos ventos vindos do sul.




segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Projeto estadual realiza plantio de mais de 6 milhões de mudas

Iniciativa do Governo do Estado de Minas Gerais, o Plantando o Futuro, já atingiu 20% da meta estipulada

 Foto: Wellington Pedro


O Projeto Plantando o Futuro, proposto pelo Governo do Estado de Minas Gerais e coordenado pela Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais (CODEMIG), já começa a dar frutos. Em quatro meses de atuação, desde a publicação do Decreto 46.974, no dia 22 de março de 2016, que instituiu oficialmente a iniciativa, conseguiu viabilizar, por meio de convênios e licitações, a produção e o plantio de 6,13 milhões de mudas de árvores. O montante representa a recuperação de, aproximadamente, quatro mil hectares, equivalente a 20% da meta estipulada.

 O projeto visa o plantio de 30 milhões de árvores, o que compreende a recuperação de 40 mil nascentes, 6.000 hectares da mata ciliar e 2.000 hectares de áreas degradadas, em todos os 17 Territórios de Desenvolvimento de Minas Gerais, até dezembro 2018. Em março, o Plantando Futuro assinou convênio com o Instituto Espinhaço para produção de três milhões de árvores específicas da Mata Atlântica e do Cerrado. A ação vai contemplar 53 municípios da região da Serra do Espinhaço e beneficiar mais de um milhão de pessoas. Em abril, foi assinado, em Belo Horizonte, convênio com o Centro Cultural Francisca Veras para viabilizar a produção de 2,88 milhões de mudas de árvores nativas em parceria com 27 assentamentos para a reforma agrária.

 A cooperação entre a entidade e a Codemig vai até dezembro de 2018. A previsão é que as mudas recuperem uma área de, aproximadamente, 2,6 mil hectares. Além de ações concretas, a coordenação do projeto também tem atuado na divulgação do Plantando o Futuro em diversas regiões do Estado. Foi realizado em março, em Belo Horizonte, um workshop com os 36 Comitês de Bacia Hidrográfica de Minas Gerais para apresentar e debater o projeto. A equipe do Plantando o Futuro já visitou 19 cidades do Estado para apresentar as diretrizes da proposta a prefeituras e instituições parceiras.

 Além de oferecer à população a oportunidade envolvente de ser protagonista do desenvolvimento sustentável, o projeto vem incentivar o reflorestamento, contribuir para preservar a natureza e promover o bem-estar dos mineiros. Com isso, busca uma ampla mobilização social, conscientizando a população para que se aproprie da iniciativa e participe ativamente do plantio, da manutenção e da fiscalização. O projeto prioriza áreas degradadas, nascentes de rios e seus afluentes e matas ciliares, bem como a arborização urbana. Acesse: http://www.plantandoofuturo.mg.gov.br/

domingo, 19 de junho de 2016

Você sabe como economizar energia no inverno?

Atitudes simples podem gerar economia de energia o ano todo.

O frio chegou mais cedo este ano. No entanto, oficialmente o inverno começa na próxima segunda-feira, 20 de junho. Nesta época, a atenção deve ser com os equipamentos de alta potência, como chuveiros, que devem ser utilizados de forma consciente.

Atitudes simples e uso consciente da energia podem gerar economia para o ano todo, inclusive no inverno. Veja as dicas da Energisa em Minas Gerais:

o   O chuveiro é o aparelho que mais consome energia elétrica, responsável, em média, por 25% do consumo residencial. Com a temperatura regulada no modo inverno, o gasto pode ser até 30% maior. Você não precisa abrir mão do banho quentinho, mas evite demorar no banho.

o   Nunca coloque alimentos quentes ou recipientes com líquidos destampados na geladeira. Assim, você exige menor esforço do motor, gastando menos energia, já que a circulação interna de ar quente faz com que o aparelho gaste mais energia até esfriar os alimentos.

o   Nos dias mais frios, ajuste o termostato da geladeira para uma potência menor.

o   Ao usar a lavadora de roupas, acumule a quantidade necessária para usar a capacidade máxima indicada pelo fabricante.

o   Utilize a máquina de lavar louças somente quando ela já estiver cheia.

o   Utilize lâmpadas fluorescentes ou LED, que são mais econômicas.
o   Aproveite a luz natural, abrindo janelas e cortinas durante o dia.

o   Dê preferência às cores claras para paredes e tetos, pois elas refletem melhor a luminosidade.

o   Passar, de uma só vez, a maior quantidade possível de roupas e utilizar a temperatura indicada no ferro para cada tipo de tecido, deixando as roupas mais leves para o final, é uma ótima dica de economia.

o   Não utilize vários equipamentos elétricos ao mesmo tempo e evite o uso dos aparelhos mais potentes no horário de pico.

o   Evite deixar aparelhos eletrônicos como TV e computador ligados sem necessidade. Sempre que possível, programe o desligamento automático. A função stand-by também consome energia.
                                                                                                                                                                      
o   Nunca deixe seu aparelho celular, câmera digital carregando por períodos longos. Ou seja, só carregue o tempo necessário especificado no manual.

quinta-feira, 24 de março de 2016

Cataguases: Estação Ecológica de Água Limpa comemora o Dia Mundial da Água

No dia 22 de março, dia mundial da água , Cataguases,MG, teve sua comemoração com palestras e outros eventos. Para o biólogo Felipe Parizzi, gerente da EEAL, o evento serviu para destacar a importância de fazer um uso racional dos recursos hídricos. Mais informações e FOTOS em MÍDIA MINEIRA

sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

Música pela Natureza

A visão de um compositor em sua paixão pela Natureza.
De Anibal W. Freitas, Natura e Pessoas



quinta-feira, 29 de outubro de 2015

Chupa-Cabras

Monstro pode ser bom pretexto para o educador ambiental

            Chupa-cabras, mapinguari, monstro do Lago Ness, mula-sem-cabeça, lobisomen.
            O rol dos seres meio bichos meio monstros é comum na cultura dos mais diversos povos, lembra o ambientalista e escritor Angelo Machado. Para ele, o fenômeno do chupa-cabras é ruim porque conota, mais uma vez, uma imagem negativa da natureza.
            A indústria da mídia é repleta de casos de demonização dos animais, bem caracterizada em filmes como Tubarão, Piranha, Aracnofobia e Anaconda, que mostra uma terrível sucuri da Amazônia destroçando humanos.
            Para a pedagoga Mônica Meyer, professora da Faculdade de Educação da UFMG, o fenômeno do chupa-cabras revela como a imaginação popular pode ser importante para o processo educativo.
            “A imaginação move o ser humano, cria aproximação ou exclusão, afetividade ou repulsão”, diz. “Estamos diante, nesse caso, de uma ótima oportunidade para trabalhar o imaginário das pessoas, elemento que é desprezado na educação ambiental”, afirma. (Ambiente Hoje, nº 49, out/1997, p 12)





domingo, 8 de março de 2015

Pela Recuperação de Nascentes e Preservação da Água

Parcerias realizam ações que resultam na maior oferta de água aos municípios que compreendem o Rio São Francisco, em Minas.
Atualmente 22 obras estão em andamento, 104 municípios já foram beneficiados, e até o final do projeto 218 cidades serão contempladas. Serão implantadas 22.745 bacias de captação, capazes de reterem as enxurradas e promoverem a retenção de águas e detritos que escorreriam pela superfície do solo causando erosão, enchentes e assoreamentos (acúmulo de sedimentos dos rios e córregos). Veja em JR MINAS blog